domingo, 6 de dezembro de 2009

Esperamos Outro em 2010

No útlimo dia 4, completaram-se 4 anos de um show histórico para o Rio de Janeiro. Posso me orgulhar de ter sido um dos milhares de ensandecidos fãs que estiveram no Sambódromo e presenciaram o inigualável Eddie Vedder, junto com Mike McCready (uma guitarra única!), Jeff Ament e Stone Gossard. Não sou consumidor voraz de shows, na verdade, fui em muito poucos em toda a vida, mas não trocaria um show como esse por uma porrada de cantor e banda "maneirinho" que tem por aí. A alma de uma música é algo cada vez mais raro de se encontrar, e Pearl Jam é uma das poucas bandas cujo som ainda tem algo além de uma batida forte e um apelo mercadológico bacana junto às massas. Viva Eddie Vedder!


Momento histórico e marcante: "da próxima vez em que estivermos aqui, o mundo será melhor, porque George Bush não será mais presidente"!!!! Emenda na sequência um acachapante e alucinante Jeremy. Foi demais.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Acasos Propagandísticos


Essa aqui foi a que fez mais sucesso. Depois dela...







...coincidência?

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Um Minuto pro Comercial!...



Quem entrar na sala de Cinema pra ver “Alô Alô Therezinha”, esperando um arquivo confidencial de Chacrinha pode se decepcionar. Ou não. Na verdade, o documentário trata mais do paradeiro de quem ajudou o Velho Guerreiro a tocar o programa de auditório semanal do que da vida de Abelardo Barbosa. Eu esperava mais ou menos isso, mas não foi o que vi.

Nelson Hoineff preferiu outra linha. Tentou mostrar Chacrinha e seu programa da forma como eu e tantos outros lembram dele, uma verdadeira festa, quase um carnaval. Inesquecível Chacrinha, para os de 8 e para os de 80 anos.

Nada de biografias detalhadas e por vezes enfadonhas. A alegria é o tom de quase todo o filme. Claro que há algumas partes em que a emoção pode aflorar, mas elas são muito breves, e quando achamos que a coisa vai caminhar pra algum tipo de pieguice, lá vem a buzina de novo.

O filme tem outro mérito, o de resgatar aquele espírito irreverente, despojado, largado, dos anos 80. Como disse sabiamente Dercy Gonçalves, um dos personagens do documentário: “a televisão hoje é muito besta. Naquela época tinha mais alegria.”

Não tem como não rir com os calouros que foram impiedosamente buzinados por Chacrinha. Alguns deles não se conformam até hoje por terem sido desclassificados do show de calouros. Um deles contou 26 participações. Todas, claro, terminadas numa sonora buzinada. Há um outro que insiste que canta mais que Roberto Carlos. Chega a dizer que o Rei não canta nada, e que ele é que deveria estar fazendo sucesso hoje.

Mas de um modo geral, o filme tem como personagens centrais as Chacretes. Aborda como elas vivem hoje, traçando um paralelo entre o que elas foram e o que elas são. A maioria deixa transparecer a decadência, e alguma frustração por não ter aproveitado melhor as oportunidades que se abriram quando estavam no auge da fama. Uma lição importante para todos que assistirem. Pelo menos para mim foi.

O ritmo do documentário é frenético. Não temos muitas paradas para respirar, assim como era na atração da Globo. Chacrinha nunca aparece de outra maneira que não em palco, tocando o programa. Não vemos Abelardo pessoa, apenas Abelardo animador.

Alguns traçam um perfil do Velho Guerreiro, mas são considerações breves, sem muito aprofundamento. Talvez para preservar a memória do apresentador, o depoimento de sua viúva é bastante breve, limitando-se a falar apenas sobre um suposto caso de Chacrinha com umas das chacretes e o affair com a cantora Clara Nunes. Não há julgamentos, apenas constatações.

Para mim, foi muito legal reviver momentos mágicos da minha infância proporcionados pelo Velho Guerreiro. Acima de qualquer reflexão induzida pelo filme – e ele pode nos levar a muitas – a melhor impressão que eu tive foi a de que Chacrinha sempre será lembrado como alguém que veio ao mundo para nos dar alegria. Como ele mesmo dizia: “Vim para confundir, não para explicar”.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Ação Cabeça



O filme Adrenalina prova que é possível fazer um cinema comercial, mas com alguma substância. É preciso ousadia para tentar certas coisas, como fazer uma cena em que o cara cai de um helicóptero, tocando uma música romântica e falando no celular ao mesmo tempo. Mas tá aí a prova de que os filmes de ação americanos nem sempre são apelativos e heroicamente enfadonhos e previsíveis. Mark Neveldine e Brian Taylor mandaram muito bem nesse. Veremos se o 2 mantém a pegada. Porque os filmes da Lionsgate têm se notablizado por continuações que avacalham tudo.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Efeitos Fotográficos

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

"Silêncio que Precede o Esporro"

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Em Nome de?...

Não tenho nada contra religião nenhuma, inclusive me considero sem religião - exceção ao Flamengo rs - mas não sei se esse tipo de marketing empresarial funciona da forma correta, como é feito nos programas de TV das inúmeras igrejas evangélicas. Fico espantado em zapear e às vezes me deparar com programas com ares de debate acadêmico, quando na verdade eles estão ali falando por uma instituição religiosa. Não sei se é saudável.

A maioria dos apresentadores não tem nenhum cacoete religioso. Digo cacoete no sentido de a pessoa emanar a energia própria dos homens de fé. E isso se aplica a qualquer religião ou mesmo seita. Um kardecista tem a religiosidade igual à de um padre católico.

Há aí uma questão: esses programas televisivos evangélicos apenas procuram fazer o que qualquer outro faz, que é buscar a maior audiência possível, lançando mão de diversos procedimentos e linguagens características do broadcast. Até aí tudo bem, mas, a partir do momento em que um apresentador deixa de parecer um homem religioso pra incorporar mais um rosto bem maquiado e bem penteado, que fala impostadinho e olha com firmeza pra câmera, usando a fala da religião apenas como acessório, há algo teatral. Começa-se a perder a essência da coisa.

Em contrapartida, vejam os programas católicos da RedeVida. Não são nem um pouco atrativos, sejamos sinceros, televisivamente falando. Mas a religiosidade transborda pela tela da TV. Não que os católicos estejam 100% certos, há práticas que eles adotam bastante discutíveis. De um jeito ou de outro, o que parece é que as religiões ainda não aprenderam a usar a TV.